Chega de Saudade
Em 1958, Chega de Saudade abriu a história da bossa nova. Escolhemos a mesma música para abrir a nossa.
Ver no Instagram →Da bossa nova ao jazz,
do choro ao pop.
Da bossa nova ao jazz,
do choro ao pop.
Sax e flauta, piano, baixo e bateria. Clássicos da música brasileira na linguagem do jazz, com arranjos próprios que dão personalidade a cada música.
João e Pedro se conheceram na oficina de Itiberê Zwarg e descobriram uma paixão em comum: o jazz e a música brasileira. Dali nasceu a vontade de levar essa música para celebrações que pedem uma trilha à altura. Depois chegaram Léo e Caio para completar o quarteto e dar corpo à mistura.
Revisitar o choro, a bossa nova, o samba e outros clássicos do nosso repertório com a linguagem do jazz. Cada música ganha um arranjo pensado para os quatro instrumentos, sem perder a melodia que todo mundo reconhece.
Entre um Jobim e um Pixinguinha, entra Ed Sheeran ou Lulu Santos — no nosso arranjo. É o toque de descontração que aproxima quem está ouvindo.
Casamentos, eventos, hotéis e restaurantes no Rio de Janeiro. A música acompanha cada momento sem disputar a conversa.
Pra ouvir antes de conversar.
Em 1958, Chega de Saudade abriu a história da bossa nova. Escolhemos a mesma música para abrir a nossa.
Ver no Instagram →Lançada em 1967, o hino da bossa nova que tomou o mundo afora.
Ver no Instagram →Choro-canção do saxofonista potiguar que levou a harmonia do jazz pra dentro do choro. Direto do ensaio.
Ver no Instagram →Do jantar a dois ao salão cheio, a formação acompanha o espaço.
Toda semana no mesmo lugar ou em datas especiais. Em quarteto ou em duo — piano e sax ou flauta — pra ambientes mais intimistas. Até três horas de música.
Em hotel, empresa ou espaço de eventos, com repertório pensado pro momento: da chegada dos convidados ao fim do jantar.
Entrada da noiva com arranjo próprio — inclusive a música que vocês escolherem — e um coquetel com bossa, choro, jazz e pop.
Som Se o espaço não tiver estrutura de som, a gente providencia.
Cinco músicas pra entrada da noiva, do choro ao pop, todas com a nossa cara.
Tom e Vinicius transformaram um juramento em canção. Maysa foi a primeira a gravar, em 1959.
Nos anos 1920, um crítico a chamou de americanizada demais. A gente acha que ela estava adiantada.
Nasceu instrumental, em 1967. A letra veio depois, mas a melodia já dizia tudo.
Escrita em 2011 pro filme do casamento de Bella e Edward. Desde então, não sai dos altares.
Ed Sheeran escreveu pra Cherry, amiga dos tempos de escola que virou sua esposa.
E a de vocês? A gente faz o arranjo.
Um recorte do que está nas nossas estantes. Pedidos são bem-vindos: se a música é importante pra vocês, ela ganha arranjo.
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